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Saber sobre os homens, saber sobre as coisas: história e tempo, geografia e espaço, ecologia e natureza

Frederico Guilherme Bandeira de Araujo.
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DP&A
ISBN 85-7490-244-6Cód. barras 9788574902449
Brochura14×21cm368p.500g2003..
Coed. FAPERJ
R$ 48.00

No mundo atual, parece evidente a crise epistemológica que se traduz na necessidade de modos de saber sobre homens e coisas de caracteres distintos dos que vigeram até então. Saber sobre os homens, saber sobre as coisas é uma reflexão sobre a problemática do conhecimento na sociedade ocidental. Tendo por mote a crise epistêmica contemporânea, volta-se, num primeiro momento, à busca do entendimento de como se configura o quadro referencial ora em descrédito. Especialmente, procura desvelar nesse processo as categorias história, geografia e ecologia, e suas respectivas ideias-suporte de tempo, espaço e natureza. Com esse intuito, realiza uma leitura crítica sobre como as questões do devir humano e da natureza são abordadas e relacionadas desde a eclosão da cultura grega originária até a modernidade. Em desdobramento, agora centrado no domínio moderno, faz uma retrospectiva das críticas de diversos matizes ao saber histórico e recupera elementos de novidade no saber sobre o que vem à tona na ciência do século XX. Ao final, focaliza a problemática do saber sobre os homens no contexto contemporâneo, particularmente as tópicas que dizem respeito à história e ao tempo, à geografia e ao espaço, à ecologia e à natureza. O ponto de vista assumido é o de um perspectivismo histórico do conhecimento. Saber sobre os homens, saber sobre as coisas, porém, não é uma trajetória que visa a construir novos marcos a serem assumidos incondicionalmente no presente; tem por intuito apenas clarificar fundamentos relativos às possibilidades da construção do saber sobre os homens no mundo atual, de modo a oferecer um quadro de referências múltiplas possíveis, uma “episteme não canônica”.
 
  Sumário

Apresentação
Danilo Dias

Introdução
Práticas contemporâneas e saber

Primeira parte
Visões dos homens e das coisas no pensamento ocidental: do milagre grego à modernidade

I. Cosmo e Mnemósine

II. Universo e Clio

Segunda parte
Críticas ao saber moderno, novas visões sobre os homens e as coisas

I. Sobre a história como modo de saber sobre os homens

II. Novas idéias no saber sobre as coisas

Terceira parte
Para uma episteme dos novos tempos

I. Idéias para uma “episteme não-canônica”

Referências bibliográficas