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Nietzsche e os gregos: arte, memória e educação — assim falou Nietzsche v

Charles Feitosa. (org.)
Miguel Angel de Barrenechea
. (org.)
Paulo Pinheiro. (org.)
.
.

DP&A
ISBN 85-7490-382-5Cód. barras 9788574903828
Brochura14×21cm344p.430g2006..
Coed. FAPERJ, UNIRIO, CAPES
R$ 48.00

Nietzsche e os gregos: arte, memória e educação traz à tona as reflexões surgidas no v Simpósio Internacional Assim Falou Nietzsche. O evento, realizado em 2004 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), celebrou os 160 anos do nascimento de Nietzsche. Foi um momento oportuno para propor o retorno às fontes do pensamento nietzschiano. A influência dos helenos foi decisiva em sua obra e em sua vida. Na filosofia grega, ele encontrou um modelo de pensamento que não dissocia a reflexão teórica da existência concreta. Este livro almeja resgatar o ousado espírito antidogmático que Nietzsche cultuou, sob a inspiração desses filósofos antigos, mestres na arte de pensar e de viver. Nietzsche, como os helenos, quis que a filosofia arejasse a vida, que o conhecimento não ficasse restrito aos profiláticos gabinetes acadêmicos. O filósofo alemão, inspirado nos gregos, tentou fazer da vida uma incessante criação, jamais permitindo que a precisão do pensar limitasse a expansão do viver.
 
  Sumário

Apresentação
Charles Feitosa; Miguel Angel de Barrenechea; Paulo Pinheiro (organizadores)

1. memória

Sobre a sentença de Nietzsche: “É preciso deixar a vida tal como Ulisses a Nausícaa – antes abençoando-a do que apaixonado por ela”
François Zourabichvili

Nietzsche: a memória, o esquecimento e a alegria da superfície
Miguel Angel de Barrenechea

Arte como experiência: a tragédia antiga segundo a interpretação de Nietzsche
Anna Hartmann Cavalcanti

Tragedia y superficie  el saber de la superficie y el abismo de la nada
Mónica B. Cragnolini

Nietzsche, Platão e o entusiasmo poético
Paulo Pinheiro

Nietzsche e as singularidades pré-platônicas
James Arêas

Medida e desmedida: Hölderlin, Nietzsche e Freud
Jô Gondar

2. Arte

“Ni contadores, ni prestamistas, ni sujetos de crédito” ética y estética, según Nietzsche
Kathia Hanza

Vida, filosofía y arte: un triángulo sin fin
José Jara

Nietzsche visto por um brasileiro a propósito de um texto do “Fabordão”
José Thomaz Brum

Ameríndios: o corpo como obra de arte
Daniel Lins

Mulher, verdade e cosmética em Nietzsche
Maria Cristina Franco Ferraz

Nietzsche e a “fisiologia da arte”
Rosa Dias

Travessias do niilismo
Peter Pál Pelbart

Arquíloco e Empédocles: dois nomes de sujeitos dionisíacos
Camille Dumoulié

3. educação

Nietzsche e a questão da verdade
Miguel Antonio do Nascimento

O que é a filosofia?
Olimpio Pimenta Neto

Tornar-se quem se é: educação como formação, educação como transformação
Silvia Pimenta Velloso Rocha

A educação do filósofo através das viagens
Charles Feitosa

Palavra do passado, palavra do oráculo
Katia Muricy

Sócrates: a educação, entre a política e a filosofia
Walter Omar Kohan

Nietzsche e a mudança de valores na educação
Angela Maria Souza Martins

Crítica da cultura, educação e superação de si: entre Nietzsche e Stirner
Sílvio Gallo