Home Editora Livros Notícias Onomástica Distribuidores

Lançamentos

Antropologia
Ciências
Ciências sociais
Cinema e teatro
Comunicação
Dança
Direito
Educação
Filosofia
Geografia
História
Infantis e juvenis
Literatura

Música
Pedagogia
Política
Urbanismo

Editora Circuito

Todos
Lista de preços

 

 
Ímpar

Renato Rezende.
.
.
.
.

Lamparina
ISBN 85-98271-29-2Cód. barras 9798598271292
Brochura14×21cm96p.140g2005..
Prêmio Alphonsus Guimarães de Poesia (Biblioteca Nacional) 2005
R$ 20.00

Ímpar, que não é divisível por dois. Ímpar, elemento que numa série ocupa uma posição ímpar. Ímpar, que não tem par, único. Ímpar, sem igual.

As diversas acepções do verbete “ímpar” contidas no dicionário Houaiss traduzem o sentido do livro homônimo, que relata o processo de tornar-se singular, um processo de descolamento do mundo (explorado nas três primeiras das cinco partes do livro: Plano de desaparecimento, Findo amor, Imperfeições do sofrimento), que culmina numa revelação iluminada do ser e do mundo (temática da parte O mundo iluminado).

No decorrer do livro, ao se tirarem as máscaras, ao se abrir mão dos desejos e identidades, o mundo se revela como luz. No processo alquímico da poesia de Renato Rezende, para se chegar a esse estado (em Combustão), é preciso que ardam em fogo a linguagem, o corpo e até mesmo a própria identidade.

O poeta e professor de teoria literária da UFRJ Alberto Pucheu, que assina o texto de orelha, cita os dois pólos do topos místico: uma poética de ausência e outra de presença total, o infinito no aqui. Este é o círculo completo descrito em Ímpar: desde a renúncia a tudo o que é sensível, ao amor, ao corpo, à linguagem, até (como observamos na quinta e última parte Alhures) a afirmação da vida, mas agora sendo um outro, como diz o poema ”] Corpo [”: “um corpo devora o outro”.

 
  Sumário

Plano de desaparecimento

Findo amor

Imperfeições do sofrimento

Combustão

O mundo iluminado

Itinerário

Alhures

Notas

Sobre o autor