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Crítica da razão dialética

Jean-Paul Sartre.
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DP&A
ISBN 85-7490-060-5Cód. barras 9788574900605
Brochura16×23cm904p.1350g2002..
R$ 75.00

No livro O Ser e o Nada (1943), a busca do ser resultava em fracasso pela própria estrutura do desejo. Mas Sartre (1905-1980) logo percebe que tal fracasso poderia ser assumido e transcendido numa existência autenticamente humana, que, por meio de um livre engajamento, lutasse por objetivos concretos. Partindo de novos conceitos — o de autenticidade e o de engajamento – Sartre fundamenta sua moral existencialista. Engajamento significaria a necessidade de um pensador voltar-se para a análise de situações concreta, solidarizando-se com os acontecimentos sociais e políticos de seu tempo. Por engajamento, a liberdade deixa de ser apenas imaginária e passa a estar situada e comprometida na ação.

Logo após a libertação de Paris, depois de passar por campo de concentração nazista e participar da resistência francesa à ocupação alemã, Sartre se desperta para a política, corrigindo seus erros anteriores, elaborando, no confronto com o marxismo, “a síntese monumental de Crítica da razão dialética” (1960), que assimilou a teoria crítica da sociedade numa nova filosofia da liberdade em plena História.

Ao lado de Simone de Beauvoir, também filósofa existencialista e sua companheira de toda a vida, Sartre participou da vida política não só da França, mas mundial.

 
  Sumário

Duas palavras para uma apresentação desnecessária
Gerd Bornheim

Prefácio

Questões de método

I. Marxismo e existencialismo

II. O problema das mediações e das disciplinas auxiliares

III. O método progressivo-regressivo

Conclusão

Crítica da razão dialética
Introdução

A. Dialética dogmática e dialética crítica

B. Crítica da experiência crítica

Livro I
Da práxis individual ao prático-inerte

A. A práxis individual como totalização

B. As relações humanas como mediação entre os diferentes setores da materialidade

C. A matéria como totalidade totalizada e uma primeira experiência da necessidade

D. Os coletivos

Livro II
Do grupo à História

A. O grupo. A equivalência da liberdade como necessidade e da necessidade como liberdade. Limites e alcance de toda dialética realista

B. A experiência dialética como totalização: o plano do concreto, o lugar da História

Glossário

Índice onomástico