Home Editora Livros Notícias Onomástica Distribuidores
 
  Tarso Bonilha Mazzotti
Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), professor titular (aposentado) de Filosofia da Educação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professor adjunto no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá (Unesa), pesquisador associado do Centro Internacional de Estudos em Representações Sociais e Subjetividades – Educação (Ciers-ed), com sede na Fundação Carlos Chagas (FCC). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Filosofia da Educação, atuando principalmente com representações sociais, filosofia da educação, retórica e epistemologia.
 
 

 

 
Por que ler? Perspectivas culturais do ensino da leitura

Tania Dauster.(org.)
Lucelena Ferreira.(org.)
.
.
.
Discute o ensino da leitura e da escrita, tendo como contexto o curso de pedagogia. Entre outros assuntos, abordam-se: métodos históricos de letramento; o ensino de filosofia e técnicas de argumentação; rodas de leitura; diferenças entre a leitura oral e a silenciosa; a escrita autoral como forma de autodescoberta; o impacto do mangá e sua predominância pictórica na formação de novos leitores; as idiossincrasias da escrita “pessoal” e da “acadêmica”. Examinam-se, como objeto de pesquisa, as formas pelas quais os usuários leem e escrevem no cotidiano, dinâmica fundamental para ensejar uma resposta (entre muitas possíveis) à pergunta que dá nome ao livro: ler para compor a própria biografia.

 
 

 

 
O que é filosofia da educação?

Paulo Ghiraldelli Jr.. (org.)
.
.
.
.
Intencionar a prática educacional, tarefa da filosofia da educação, é fornecer-lhe condições para que ela se realize como práxis, ou seja, como ação amparada em significações explicitadas e assumidas pelos sujeitos envolvidos. É por isso que se pode definir a área em pauta como o empenho em desvendar e construir o sentido da educação no contexto do sentido da existência humana. Para empreender esse trabalho, a disciplina não pode, atualmente, prescindir de íntima solidariedade com as ciências — só se legitimará ao escorar-se nos fundamentos que representam a condição de radical historicidade e sociabilidade da educação, necessariamente inserida nas coordenadas do tempo histórico e do espaço social.

 
 

 

 
Ciência(s) da educação

Renato José de Oliveira.
Tarso Bonilha Mazzotti.
.
.
.
O conhecimento confiável em qualquer área é constituído mediante argumentações realizadas nos grupos sociais dedicados ao esclarecimento de um tema, de um objeto. A ciência ou as ciências da educação — a duplicidade de número é avaliada no texto — encontra(m) consistência no acordo sobre a definição do objeto. Como este é estabelecido por alguma teoria, e as ciências que tratam da educação são numerosas e compostas por teorias próprias, então apenas por meio do ajuste interdisciplinar será factível a constituição de uma ciência da educação. Este livro desenvolve-se com base na teoria da argumentação e nos mais recentes avanços em filosofia das ciências, valendo-se para tanto de teorias pedagógicas.