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  Paulo Pinheiro
Mestre em Filosofia Antiga pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) e doutor em Filosofia Antiga pela Universidade de Paris I (Sorbonne). É professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ). É coorganizador, com Miguel Angel de Barrenechea e Charles Feitosa, de A fidelidade à terra: arte, natureza e política (2003) e Nietzsche e os gregos: arte, memória e educação (2006), ambos pela DP&A.
 
 

 

 
Nietzsche e os gregos: arte, memória e educação — assim falou Nietzsche v

Charles Feitosa. (org.)
Miguel Angel de Barrenechea. (org.)
Paulo Pinheiro. (org.)
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Traz à tona as reflexões da quinta edição do simpósio internacional Assim falou Nietzsche, que celebrou os 160 anos de nascimento do filósofo. Este livro, no qual se resgata o páthos vital que ele partilha com os gregos, aborda questões acerca da arte, da memória e da educação. Almeja-se retomar o espírito antidogmático que Nietzsche cultuou, sob a inspiração de filósofos antigos, mestres na arte de pensar e viver. Como os helenos, ele quis que a filosofia arejasse a vida, que o conhecimento não ficasse restrito aos profiláticos gabinetes acadêmicos. Inspirado nos gregos, tentou fazer da vida uma incessante criação, jamais permitindo que a precisão do pensamento limitasse a expansão da vida. (Ver A fidelidade à terra).

 
 

 

 
A fidelidade à terra: arte, natureza e política — assim falou Nietzsche IV

Charles Feitosa.(org.)
Miguel Angel de Barrenechea.(org.)
Paulo Pinheiro.(org.)
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Oriundo do simpósio A fidelidade à terra, integrante do evento periódico Assim falou Nietzsche, este livro reflete sobre o pensamento niet- zschiano e sua influência na cultura contemporânea. Nestes tempos niilistas, em que predominam o efêmero e o provisório, em que imperam a fugacidade dos projetos e a inconsistência dos valores, a proposta de permanecermos fiéis à terra é um sintoma da força de uma filosofia que agrega esforços pensantes quando tudo desmorona. O interesse renovado por sua obra comprova que Nietzsche vislumbrou questões fundamentais de nossa era. Na polifonia desta edição, ele não surge como o atiçador que conclama à uniformidade festiva, e sim convida à pluralidade crítica. (Ver Nietzsche e os gregos, p. 84.)