Home Editora Livros Notícias Onomástica Distribuidores
 
  Neiva Vieira da Cunha
Doutora em Antropologia (PPGSA-UFRJ), professora associada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas (PPGECC/Uerj), pesquisadora associada do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/Ifcs-UFRJ) e do Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-InEAC/UFF). Pesquisadora visitante do Centre d’Etudes des Mouvements Sociaux (Cems/IMM-Ehess).
 
 

 

 
Sobre periferias:
Novos conflitos no Brasil contemporâneo

Neiva Vieira da Cunha.(org.)
Gabriel de Santis Feltran.(org.)
.
.
.
Os textos reunidos neste livro revelam a elaboração rica de um campo analítico, cuja complexidade se deve ao reconhecimento de que as fronteiras das periferias estão longe de se constituírem por coordenadas somente ou primordialmente espaciais. Afinal, as margens, como muitos trabalhos publicados demonstram, podem ser políticas, religiosas, sociais, administrativas e/ou culturais – sem que se recubram de forma a criar espaços fixos, homogêneos, unificados e submetidos às mesmas clivagens.

 
 

 

 
Cidade, transformações no mundo do trabalho e políticas públicas: a questão do comércio ambulante em tempos de globalização

Maria de Fátima Cabral Marques Gomes.(org.)
.
.
.
.
Resulta de trabalhos apresentados no seminário Comércio, Cultura e Políticas Públicas em Tempos de Globalização, realizado com a intenção de investigar as recentes transformações no mundo do trabalho. Destaca-se nesse universo a atividade ambulante, que adquire visibilidade no espaço público e na mídia, constituindo ambiências particularizadas na estrutura da cidade. A obra é concebida como estratégia para aprofundar o intercâmbio de pesquisas relacionadas à temática do trabalho ambulante no contexto da globalização da economia e do espaço urbano.

 
 

 

 
Antropologia do conflito urbano: conexões Rio–Barcelona

Neiva Vieira da Cunha.(org.)
Leticia de Luna Freire.(org.)
Maíra Machado-Martins.(org.)
Felipe Berocan Veiga.(org.)
.
En un mundo en el que las ciudades han sido puestas en venta, asusta el conflicto, espanta que, de pronto, afloren los descontentos por los contenciosos pendientes, los agravios no resueltos, las humillaciones mal soportadas. Frente a esa amenaza, los planificadores y los poderes políticos y económicos a los que sirven, ponen en escena ciudades desconflictivizadas, en las que todo lo que ocurre sea amable y previsible. Se espera que lo que atraiga al turista o al inversor sean espacios urbanos confortables, hospitalarios, sin sobresaltos.