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  Maninha Cavalcante
Artista plástica. Ilustrou a primeira edição brasileira de livros como Uma temporada no inferno, de Rimbaud, Os cantos de Maldoror, de Lautréamont, e Confissões de um comedor de ópio, Thomas de Quincey, todos editados nos anos 1970. Ligada ao surrealismo, esteve presente em vários momentos de manifestação do movimento no Brasil.
 
 

 

 
Romanceiro de Dona Virgo

Claudio Daniel.
Maninha Cavalcante.(ilustr.)
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Conjunto de seis narrativas irreverentes e paródicas acerca da história da literatura de língua portuguesa, do trovadorismo à época atual. No caleidoscópio léxico passeiam personagens como Camões, Cláudio Manuel da Costa e Cruz e Sousa. O gênero “conto” não é suficiente para definir a prosa de invenção de Claudio Daniel, dotada de múltiplas linguagens e gramáticas — do coloquialismo brasileiro ao fluxo joyciano. “Este é o livro de um jovem erudito do terceiro milênio, que pode mixar em sua tela fragmentos de Pero Vaz de Caminha ou Li T’ai Po, e ainda citar nos letreiros luminosos nomes que vão de Franz Kafka e Sylvia Plath a Peter Greenaway, ao som de Richard Wagner ou Charles Mingus” (Sérgio Sant’Anna).